segunda-feira, 19 de novembro de 2012

COM ENFOQUE NA LÍNGUA E CULTURA Moçambique e China dinamizam intercâmbio


A Universidade Eduardo Mondlane em parceria com a Universidade Normal Zhejiang, da China, promoveram de 8 a 15 de Outubro deste ano, uma semana dedicada à cultura chinesa, que teve como palco o Centro de Estudos Africanos (CEA), no campus principal da UEM.

 
Durante a semana foram  projectados filmes chineses, realizada uma exposição fotográfica e de roupa tradicional chinesa, além de amostras de caligrafia e pintura, com o intuito de disseminar a língua e cultura daquele país asiático em Moçambique.
“ Esta ideia surgiu no âmbito do protocolo de cooperação entre China e Moçambique, visando fortalecer o intercâmbio cultural entre os dois povos”, disse o assistente de escritório do Instituto Confúcio-UEM, Salomão Combomune.
A semana da cultua chinesa antecede a abertura oficial do instituto prevista para o dia 15 de Outubro. O instituto localiza-se no complexo pedagógico, no campus principal da UEM.
O instituto é a primeira escola de língua chinesa em Maputo, reconhecida pelo sistema educacional da China, obedecendo aos mais altos padrões de qualidade no que concerne ao ensino da língua chinesa.
Para além do curso de língua chinesa, o instituto oferece também treinamento de professores da língua, certificação de professores, testes de proficiência por via de exames, serviços de consultoria relativos à educação e cultura chinesas e promoção de intercâmbio linguístico e cultural entre Moçambique e China.
Segundo o director executivo do instituto, Xing Xianhong, este curso de língua chinesa já está no segundo grupo, que deverá prolongar-se até Novembro próximo, com um aproveitamento de 50 por cento de um total de 461 inscritos.
“ O curso é dado em inglês por que os professores ainda não falam português, por isso optamos por lecionar em inglês, mas os inscritos foram previamente avisados sobre a forma de ensino”, disse a fonte.
Na opinião da estudante Lucilene Eucádia, não foi nenhuma surpresa para eles por que já tinham sido advertidos sobre a forma de lecionar.
O curso está direcionado prioritariamente para os estudantes internos e o corpo docente da UEM e, posteriormente, será alargado o acesso para o público que esteja interessado.


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