A Universidade Eduardo Mondlane em parceria com a Universidade
Normal Zhejiang, da China, promoveram de 8 a 15 de Outubro deste ano, uma
semana dedicada à cultura chinesa, que teve como palco o Centro de Estudos Africanos
(CEA), no campus principal da UEM.
Durante a semana foram projectados filmes chineses, realizada uma exposição
fotográfica e de roupa tradicional chinesa, além de amostras de caligrafia e
pintura, com o intuito de disseminar a língua e cultura daquele país asiático em
Moçambique.
“ Esta ideia surgiu no âmbito
do protocolo de cooperação entre China e Moçambique, visando fortalecer o intercâmbio
cultural entre os dois povos”, disse o assistente de escritório do Instituto
Confúcio-UEM, Salomão Combomune.
A semana da cultua chinesa
antecede a abertura oficial do instituto prevista para o dia 15 de Outubro. O
instituto localiza-se no complexo pedagógico, no campus principal da UEM.
O instituto é a primeira
escola de língua chinesa em Maputo, reconhecida pelo sistema educacional da
China, obedecendo aos mais altos padrões de qualidade no que concerne ao ensino
da língua chinesa.
Para além do curso de língua
chinesa, o instituto oferece também treinamento de professores da língua,
certificação de professores, testes de proficiência por via de exames, serviços
de consultoria relativos à educação e cultura chinesas e promoção de
intercâmbio linguístico e cultural entre Moçambique e China.
Segundo o director executivo
do instituto, Xing Xianhong, este curso de língua chinesa já está no segundo
grupo, que deverá prolongar-se até Novembro próximo, com um aproveitamento de
50 por cento de um total de 461 inscritos.
“ O curso é dado em inglês por
que os professores ainda não falam português, por isso optamos por lecionar em
inglês, mas os inscritos foram previamente avisados sobre a forma de ensino”,
disse a fonte.
Na opinião da estudante
Lucilene Eucádia, não foi nenhuma surpresa para eles por que já tinham sido
advertidos sobre a forma de lecionar.
O curso está direcionado
prioritariamente para os estudantes internos e o corpo docente da UEM e,
posteriormente, será alargado o acesso para o público que esteja interessado.
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